GN:
Gás Natural. Constituído principalmente de metano. Obtido de fontes fósseis, exceto quando produzido em lixões ou através de biodigestores.
GNL:
Gás Natural Liquefeito. É o GN na forma líquida. Para tal, sua temperatura é reduzida para -162°C (onde é seu volume reduz cerca de 600 vezes) para que grandes quantidades sejam transportadas em navios denominados metaneiros. O Brasil irá receber este tipo de GN em duas estações de regaseificação.
GTL:
Gas-to-Liquid, ou seja, é o processamento do GN em plantas especiais, que produzem seu craqueamento e recombinação para a produção de líquidos combustíveis. É uma maneira de facilitar a logística de transporte, quando o poço de GN fica em locais remotos. De acordo com pesquisadores é viável sua produção quando o preço do barril de petróleo está a US$25,00 ou mais (faz muito tempo que o preço ultrapassou este patamar).
GNC:
Gás Natural Comprimido. É o GN na forma gasosa, mas a altas pressões. Sua pressão é aumentada para 200 a 300 atm, para que grandes quantidades sejam transportadas em caminhões. Este tipo de fornecimento é viável quando existe um cliente que irá utilizar GN, mas a rede ainda não chegou até este. O fornecimento se inicia com o GNC até que a rede seja construída.
GLP:
Gás liquefeito de petróleo, obtido da destilação fracionária do petróleo, ou do próprio GN (quando este é processado nas UPGNs). Os hidrocarbonetos principais são o propano e o butano. O Brasil ainda não é auto-suficiente neste energético, mas caminha para tal.
Energia:
GN ou GLP utilizados na produção de energia térmica, ou seja, através de sua combustão, ocorre a produção de calor.
Matéria Prima:
GN (principalmente) ou GLP utilizados como matéria prima para a indústria do plástico.